Condenado por homicídio é preso em Codó com pistola da Polícia Civil do Piauí
Durante a abordagem e a revista no automóvel, foi encontrada a arma confirmada com registro de roubo
Um homem, identificado como João Batista Desidério Mesquita, de 36 anos, conhecido como Batista, condenado por homicídio, voltou a ser preso na noite dessa sexta-feira (16/01) no município de Codó, no interior do Maranhão. A ação foi realizada pelo 17º Batalhão da Polícia Militar, onde o indivíduo foi preso no bairro São Sebastião, com uma arma de fogo pertencente à Polícia Civil do Piauí.
A prisão ocorreu após a Força Tática receber informações de que um indivíduo estaria circulando armado desde as primeiras horas do dia em uma caminhonete Fiat Titano de cor vermelha, supostamente em busca de desafetos na região do bairro Codó Novo. Diante da denúncia, os policiais intensificaram as rondas e conseguiram localizar o veículo na Avenida Santos Dumont.
Durante a abordagem e a revista no automóvel, os militares encontraram uma pistola calibre .40 municiada no porta-luvas, além de um carregador extra. O armamento chamou atenção por possuir identificação e brasão da Polícia Civil do Estado do Piauí. Após consulta, foi confirmado que a arma possui registro de roubo.
Ainda na ação, foram apreendidas 25 munições do mesmo calibre, dois carregadores de pistola, a quantia de R$ 534 em dinheiro, cinco cartões bancários, uma carteira porta-cédulas e o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV). A caminhonete, modelo Ranch, também foi recolhida e apresentada na delegacia.
João Batista foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Codó, onde permaneceu à disposição da Justiça. Conforme informações policiais, ele já acumula passagens pelo sistema criminal, incluindo crimes de homicídio e porte ilegal de arma de fogo.
Condenação
O histórico criminal do suspeito inclui uma condenação por homicídio proferida em junho de 2021, quando o Conselho de Sentença da 3ª Vara de Codó o sentenciou a 14 anos de prisão em regime inicialmente fechado. Na mesma ocasião, outro réu, Francisco Renan Silva Ferreira, recebeu pena de 16 anos e quatro meses pelo mesmo crime.