Sefaz promove debate no Piauí sobre mudanças que afetam toda a economia

Debates no auditório da OAB esclareceram impactos da CBS e do IBS no sistema tributário
Redação
Sefaz promove debate no Piauí sobre mudanças que afetam toda a economia (Foto: Conecta Piauí)
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O Governo do Estado realizou, nesta terça-feira (24/02), a 4ª edição do “Dialogando sobre a Reforma Tributária”, promovida pela Secretaria da Fazenda do Piauí. O evento ocorreu no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Piauí (OAB-PI), reunindo profissionais da contabilidade, do Direito, empresários e estudantes para debater as mudanças no sistema tributário brasileiro.

Com o tema “Obrigações Acessórias do IBS e da CBS, Pagamentos e Ressarcimentos”, o encontro esclareceu pontos sobre o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), criados a partir da Emenda Constitucional 132. As palestras foram conduzidas pelos auditores fiscais Matheus Côrtes e Bruno Carvalho, que detalharam aspectos operacionais e os impactos práticos das novas regras.

Durante a abertura, o secretário da Fazenda, Emílio Júnior, ressaltou a relevância do debate público sobre o tema. “A Reforma Tributária já começou e altera profundamente o sistema de tributação sobre o consumo no país. Estamos tratando da substituição de tributos como ICMS, ISS, PIS e Cofins pelo IBS e pela CBS. É fundamental que contadores, advogados, empresários e estudantes compreendam essas mudanças, porque elas vão impactar toda a sociedade. 2026 será um ano de testes, mas o futuro já chegou”, afirma.

Ao abordar o princípio da não cumulatividade, o auditor fiscal Matheus Cortez explicou os efeitos práticos para as empresas. “A não cumulatividade plena significa que tudo o que a empresa adquirir poderá gerar crédito financeiro. Isso reduz o chamado efeito cascata, pois haverá um confronto integral entre débito e crédito ao longo da cadeia de consumo. O ano de 2026 será essencial para que as empresas adaptem seus sistemas e cumpram corretamente as novas obrigações acessórias”, destaca.

Já o coordenador do Grupo de Trabalho da Reforma Tributária no Estado, Bruno Carvalho, reforçou que a proposta foi construída com base no princípio da neutralidade. “A reforma não aumenta a carga tributária global sobre o consumo, mas pode gerar efeitos diferentes para cada contribuinte. Por isso, é fundamental que empresários e cidadãos entendam as mudanças. O período de testes em 2026 permitirá ajustes e adaptação, garantindo que, em 2027, a implementação ocorra de forma segura”, pontua.

Foto: Conecta Piauí
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