Wellington Dias debate combate à fome e a pobreza em conferência da OCDE em Paris

O foco está em estratégias para ampliar o impacto das políticas de desenvolvimento
Redação

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, cumpre agenda em Paris, na próxima segunda-feira (11/05) e terça-feira (12/05), para participar da Conferência da OCDE sobre o Futuro da Cooperação Internacional para o Desenvolvimento e da  3ª Reunião do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza.

Na segunda-feira, o titular do MDS integra o painel de abertura da Conferência da OCDE “Ideias ousadas para a cooperação internacional em um mundo fragmentado”. O evento terá transmissão ao vivo.


A conferência reunirá líderes políticos, formuladores de políticas públicas, representantes do setor privado e da sociedade civil para debater os desafios e as transformações da cooperação internacional em um cenário de mudanças geopolíticas e econômicas. O foco está em estratégias para ampliar o impacto das políticas de desenvolvimento, promover economias inclusivas e fortalecer ações de combate à fome e à pobreza.

Como copresidente da Aliança Global, Wellington Dias também estará presente, na segunda-feira, na 3ª Reunião do Conselho de Campeões da instância. O encontro visa avaliar os avanços alcançados e debater formas de manter o impulso no combate à fome e à pobreza em um contexto geopolítico desafiador. A reunião busca responder às mudanças no cenário da ajuda internacional voltada ao enfrentamento da fome e da pobreza.

Já na terça-feira (12.05), a agenda do ministro inclui reuniões bilaterais estratégicas em apoio à Aliança Global.

Aliança Global

Lançada durante a presidência brasileira do G20, em 2024, a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza consolidou-se como uma plataforma que transforma compromissos em ação, impulsionando esforços liderados pelos países voltados à segurança alimentar, à inclusão, à geração de emprego e à melhoria das condições de vida das populações mais vulneráveis.

Até o momento, a instância reúne 217 membros, entre países, organizações internacionais, instituições financeiras, fundações, organizações da sociedade civil e instituições acadêmicas.

Leia também