Ibama acompanha pesquisa sobre manejo do fogo em Sete Cidades no Piauí

Pesquisa avalia queimadas prescritas como ferramenta de conservação e prevenção ambiental
Redação

A Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Piauí acompanhou uma agenda técnica e científica no Parque Nacional de Sete Cidades, voltada à prática de queimadas prescritas e a pesquisas aplicadas ao Manejo Integrado do Fogo (MIF) e à proteção da biodiversidade local.

A comitiva foi liderada pela superintendente do Ibama no Piauí, Thays Paiva, e contou com equipes técnicas do órgão e integrantes da brigada do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo).

A ação acompanhou em campo o estudo científico liderado pela professora Natashi Pilon, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A pesquisa é realizada em parceria com a Universidade de Princeton (EUA) e com apoio da National Science Foundation (NSF), avaliando os impactos do manejo de fogo planejado, a chamada queima prescrita, como ferramenta de conservação ambiental e de prevenção contra grandes incêndios florestais no bioma.

Ciência e protagonismo feminino em campo

Equipadas com Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), servidoras e brigadistas do Ibama atuaram nas áreas de mata do parque ao lado dos pesquisadores, reforçando a presença e a força feminina nas ações de prevenção e monitoramento ambiental em condições de campo.

"Estamos acompanhando um trabalho científico de extrema importância liderado pela Unicamp em parceria internacional com Princeton. O Ibama reafirma o compromisso de estar presente no território, capacitando equipes e utilizando a ciência para proteger nossas unidades de conservação e a nossa biodiversidade", destacou a superintendente Thays Paiva.

O Ibama reforça que as queimadas prescritas realizadas durante as pesquisas são devidamente autorizadas, planejadas e executadas por brigadistas especializados, com o objetivo de reduzir o acúmulo de material combustível orgânico e evitar incêndios de grandes proporções no período de maior estiagem.

Leia também