Ministro Boulos participa de debate na rua e defende fim da escala 6x1 em Teresina
Ministro da Presidência debateu pautas nacionais e ouviu a população na Praça Rio BrancoO ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, participou nesta quinta-feira (05/03) de um "Debate na Rua", realizado na Praça Rio Branco, no Centro de Teresina. A iniciativa reuniu militantes, apoiadores e pessoas que circulavam pelo local para discutir pautas nacionais, com destaque para a proposta de fim da escala de trabalho 6x1, tema que tem ganhado espaço no debate político em todo o país.
Durante a atividade, o ministro destacou que a proposta do governo é ampliar direitos trabalhistas e garantir melhores condições de descanso aos trabalhadores. "Esse é um governo que não tem medo do povo, muito pelo contrário. Estamos aqui com o microfone aberto em praça pública, no centro de Teresina, para debater as pautas do país, em especial o fim da escala 6x1, que é um tema importante para garantir mais tempo de descanso e direitos para os trabalhadores", diz o ministro.
Boulos também comentou sobre a tramitação da proposta no Congresso Nacional e afirmou que o governo pode adotar medidas para acelerar a votação. "Se a tática for ficar enrolando a tramitação, o presidente Lula pode enviar um projeto de lei com regime de urgência, que precisa ser votado em até 45 dias na Câmara e depois no Senado. O nosso lado é o de garantir direitos para os trabalhadores", explica.
Segundo o ministro, a agenda pelo país também faz parte de uma estratégia do governo federal para ampliar o diálogo com a população. "Quando o presidente Lula me chamou para ser ministro, ele me deu duas missões: aproximar o governo do povo e abrir o Palácio para o povo. É isso que estamos fazendo, debatendo na rua, olhando no olho das pessoas e levando os serviços e programas do governo", afirma.
Ao comentar o cenário político nacional e a articulação entre partidos do campo progressista, Boulos defendeu maior união da esquerda. "Toda a esquerda e todo o campo progressista precisam estar juntos. Não é momento de aprofundar diferenças internas, é momento de união diante dos desafios políticos que estamos enfrentando", conclui.