PT no Piauí se reúne em Teresina para definir nomes: quer eleger 70 prefeitos
A meta do partido é eleger 70 prefeitos no Piauí em 2024, hoje tem 42O Partido dos Trabalhadores (PT) no Piauí iniciou nesta sexta-feira (28/07) um encontro com as lideranças no estado para definir os rumos da sigla para as eleições de 2024. Seminários e discussões serão realizados também neste sábado (29/07) sob orientação do diretório nacional. O evento é realizado no Diferencial Buffet, no Centro de Teresina.
A meta do partido é eleger 70 prefeitos no Piauí em 2024, hoje tem 42. O evento também vai contar com a filiação de diversos políticos. Nomes como o ministro Wellington Dias, o governador Rafael Fonteles, além de secretários, parlamentares, prefeitos, lideranças e pré-candidatos participam do encontro.
"Muitos filiados estão vindo trazendo caravanas, são cerca de 20 filiações que serão consolidadas hoje, que foram aprovadas pelos diretórios", disse João de Deus, presidente do PT no Piauí.
Em Teresina, a disputa está polarizada para a escolha do nome que vai disputar a prefeitura. Os deputados estaduais Franzé Silva e Fábio Novo estão na preferência, mas uma terceira via não é descartada ainda. O governador Rafael Fonteles comentou sobre o caso da capital.
"A questão não é Teresina, o PT, dentro da sua estratégia eleitoral pragmática, e dentro das limitações que impõe o estatuto, ou seja, todos os filiados têm que se comprometer com o estatuto do partido. A partir do momento que você tem esse universo de pessoas, em qualquer cidade, em qualquer estado, no momento que se vai pra disputa eleitoral, tem que pesar a percepção do povo. O PT é um partido que marca por estar sempre sintonizado com o povo. Obviamente que os instrumentos que a gente estiver disponíveis, como as pesquisas eleitorais, qualitativas, quantitativas, para a gente poder captar melhor o sentimento da população, o exaustivo debate com o povo, é o instrumento mais importante para decidir", afirmou o governador.
Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento Social, comentou sobre a disputa de pré-candidatos.
"O regramento é o respeito à população, é natural que vários líderes e nós temos bons líderes, quem decide é povo. Tem que ouvir a população. O outro lado é o conjunto de líderes, não só do Partido dos Trabalhadores, mas o diálogo com outros partidos, líderes, sociais, trabalhadores, empresariais, é isso que permite a gente ter uma candidatura potente forte e com condições de vencer uma eleição”, declarou.
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