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Tatiana Medeiros teria usado mais de R$ 1 milhão do tráfico de drogas em campanha

De acordo com o inquérito policial, a vereadora teria recebido o investimento do ex-namorado
Redação

O inquérito da Polícia Federal aponta que a vereadora Tatiana Medeiros (PSB) teria sido beneficiada com mais de R$ 1 milhão provenientes do crime organizado, especificamente do tráfico de drogas, para financiar sua campanha nas eleições de 2024. As informações constam em mensagens trocadas entre a parlamentar e seu ex-namorado, Alandilson Cardoso Passos, investigado por integrar uma facção criminosa. A informação foi divulgado pelo Piauí TV 2, da TV Clube, nesta sexta-feira (04/04). (Veja as imagens)

Foto: ReproduçãoTatiana Medeiros é presa pela Polícia Federal
Tatiana Medeiros é presa pela Polícia Federal

De acordo com a investigação, Alandilson cobrava valores investidos na campanha e, Tatiana afirmou que venderia o carro para quitar a dívida. O inquérito também revela que o ex-namorado da vereadora negociava veículos roubados, repassava recursos a membros de facções e chegou a transferir R$ 10 mil para custear uma carga de drogas, enviando imagem do entorpecente e chaves Pix.

Foto: Reprodução/TV ClubeTrecho da conversa da vereadora com o ex-namorado
Trecho da conversa da vereadora com o ex-namorado

Ainda de acordo com a investigação, no dia 24 de outubro de 2024, Alandilson Cardoso Passos, afirmou, em mensagem enviada a um amigo, ter investido mais de R$ 1 milhão na campanha eleitoral da parlamentar.

Foto: Reprodução/TV ClubeTrecho da conversa onde o Alandilson fala sobre o investimento
Trecho da conversa onde o Alandilson fala sobre o investimento

Também foram encontrados comprovantes de votação e mensagens de eleitores cobrando pagamentos. Tatiana foi presa pela Polícia Federal na quinta-feira (03/04), durante a segunda fase da Operação Escudo Eleitoral. Após audiência de custódia realizada nesta sexta no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PI), teve a prisão mantida.

Foto: Reprodução/TV ClubeTrecho do inquérito policial
Trecho do inquérito policial

Por ser advogada ela, foi encaminhada ao Quartel do Comando Geral (QCG) onde segue presa. A parlamentar é investigada por compra ilícita de votos, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica em contexto eleitoral. A Operação Escudo Eleitoral segue em andamento e as investigações continuam em caráter de sigilo. 

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