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Senado aprova PL que obriga agressores de mulheres a usar tornozeleira eletrônica

O texto agora segue para sanção presidencial
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Nesta quarta-feira (26/3), o plenário do Senado Federal aprovou um projeto de lei (PL) que modifica a Lei Maria da Penha, estabelecendo que agressores usem tornozeleira eletrônica durante o cumprimento de medidas protetivas de urgência. 

Foto: ReproduçãoSenado aprova tornozeleira eletrônica para agressor de mulher
Senado aprova tornozeleira eletrônica para agressor de mulher

Por ser um projeto de lei de autoria da Câmara dos Deputados, já aprovado naquela casa, o texto agora segue para sanção presidencial. O PL foi relatado no Senado por Leila Barros (PDT-DF).

A senadora Margareth Buzetti (PSD-MT), que sugeriu o projeto para ser pautado no Plenário, disse que diversos dispositivos poderão ser usados para o monitoramento, como tornozeleiras, pulseiras, chaveiros e celulares. Ela também afirmou que a proposta é uma medida necessária diante da realidade de algumas relações abusivas.

“Você não consegue coibir o agressor quando ele quer matar uma mulher, é muito difícil. Ela tem que se esconder, realmente, senão ele a mata”, lamentou.

O Projeto de Lei 5.427/2023, do deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ), foi aprovado com parecer favorável da relatora, a senadora Leila Barros (PDT-DF), e segue para sanção.

"Sabemos que muitas vítimas de feminicídio morrem mesmo sob medida protetiva. Precisamos buscar todos os mecanismos possíveis para auxiliar essas mulheres que se sentem ameaçadas. Vamos à luta", declarou Leila.

O texto aprovado permite que o juiz ofereça dispositivos de segurança, como aplicativos de celular ou "botões do pânico", para alertar a vítima e a polícia em caso de aproximação proibida do agressor. Isso complementa a medida protetiva de urgência, que já restringe os locais que o agressor pode frequentar, visando à proteção da mulher.

Fonte: Agência Senado

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