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'Perseguição de ordem puramente pessoal', diz Marden Menezes sobre expulsão do PP

O presidente estadual do partido, Joel Rodrigues, explicou que a expulsão foi uma consequência
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A executiva estadual do partido Progressistas (PP) decidiu, nesta segunda-feira (17/03), expulsar o deputado estadual Marden Menezes por infidelidade partidária. A medida veio após o parlamentar aderir à base governista, contrariando a posição do partido.

Embora Marden tenha sido o único a ser expulso, outros dois deputados que também se alinharam ao governo, Bárbara do Firmino e Thales Coelho, não sofreram a mesma punição neste momento. O PP optou por retirar os processos de pauta relacionados a eles, e as negociações para uma desfiliação amigável sem litígios estão em andamento.

Foto: Conecta PiauíDeputado estadual Marden Menezes
Deputado estadual Marden Menezes

Marden Menezes afirmou que sua expulsão do Progressistas não teve embasamento legal, estatutário ou regimental, sendo fruto de uma perseguição pessoal promovida por membros da cúpula do partido.

Ele argumentou que sua atuação na Assembleia Legislativa sempre esteve alinhada às decisões da bancada e que a justificativa de infidelidade partidária não se sustenta, já que o próprio Progressistas mantém alianças com o governo federal e estadual. Para o deputado, a decisão demonstra incoerência e fere princípios democráticos da sigla.

"Essa atitude de perseguição pessoal já vinha acontecendo há meses. Não há nenhum fato, nenhum argumento jurídico que justifique essa decisão. O Progressistas tem um ministro no governo federal e busca ampliar espaço no governo. Então, onde está o meu erro? Na prática, todos os deputados da sigla votaram de forma idêntica na Assembleia. Minha expulsão é um ato puramente político e pessoal, sem qualquer fundamento real", disse Marden.

A decisão de expulsar Marden Menezes foi tomada durante uma sessão na sede do PP, localizada na zona leste de Teresina. O presidente estadual do partido, Joel Rodrigues, explicou que a expulsão foi uma consequência da infidelidade partidária. 

A sessão de julgamento contou com a presença dos membros da comissão do partido, incluindo Joel Rodrigues (presidente), Margarete Coelho (vice-presidente), Ciro Nogueira, Eliane Nogueira, Fernando Mesquita, Francisco Gislano, Gustavo Neiva, Iracema Portella, Júlio Arcoverde, Marcella Arcoverde, Gracinha Moraes, Wilson Brandão e Átila Lira. 

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