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Sua página diária sobre os bastidores político piauiense com o jornalista Heitor Carvalho. Análises, opinião e a conjuntura dos três poderes no seu portal Conecta Piauí.

Tatiana Medeiros seguirá como vereadora e com salário de R$ 25 mil; entenda

Vereadora permanece em prisão domiciliar e não poderá recorrer em liberdade

A Câmara Municipal de Teresina (CMT) aguarda a notificação oficial do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) para tomar os procedimentos cabíveis quanto à condenação da vereadora Tatiana Medeiros. A parlamentar foi condenada a 19 anos, 10 meses e 7 dias de reclusão por crimes relacionados ao processo eleitoral de 2024. 

À imprensa, o procurador-geral da Câmara, advogado Pedro Rycardo Couto, afirmou, nesta terça-feira (28/04), que Tatiana Medeiros continuará com o cargo de vereadora, recebendo salário de R$ 25 mil até a decisão definitiva da Justiça

“A princípio permanece da forma que está, com o recurso, se dá um efeito suspensivo e vamos aguardar”, destacou o advogado. 

A sentença determina ainda a perda do mandato, a proibição do exercício de função pública e o pagamento de 492 dias-multa, além de indenização milionária. Segundo  o presidente da CMT, vereador Enzo Samuel (PV), assim que a Casa Legislativa for informada sobre a sentença dará cumprimento aos com os protocolos cabíveis. 

“É um processo que tramita pela justiça, sempre dito que nós vamos seguir as determinações judiciais. Houve a sentença agora, nós não fomos ainda informados de forma oficial dessa sentença, estamos aguardando para poder saber quais medidas legais a gente tem que adotar, então nós vamos aguardar essa notificação para fazer o próximo passo”, disse Enzo Samuel.

Prisão domiciliar 

A vereadora Tatiana Medeiros permanece em prisão domiciliar e não poderá recorrer em liberdade. Segundo a decisão judicial, ficou comprovado que a parlamentar atuava como líder de uma organização criminosa que utilizava recursos públicos, privados e ilícitos para financiar atividades políticas e influenciar eleitores, com atuação em comunidades da capital. 

O esquema também teria ligação com integrantes da facção criminosa Bonde dos 40.

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