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Notícias sobre casos policiais no Piauí

CEO da DF Group é preso em operação contra crimes de fraude eletrônica em Teresina

A operação investiga uma organização criminosa envolvida em estelionato e lavagem de dinheiro

O CEO e proprietário da DF Group, Douglas Fonseca, foi preso na tarde desta sexta-feira (10/07) durante uma operação deflagrada pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio da Superintendência de Operações Integradas (SOI). A prisão foi realizada pelo delegado Matheus Zanatta, responsável pelas investigações, durante o cumprimento de mandados judiciais em Teresina.

A ação faz parte de uma investigação que apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de praticar os crimes de estelionato qualificado por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Além da prisão de Douglas Fonseca, as equipes cumpriram mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares em endereços ligados ao grupo investigado. Entre as determinações judiciais também estão o bloqueio de contas bancárias, a apreensão de veículos e a suspensão das atividades da DF Group, cuja sede funciona em um edifício comercial na Avenida Raul Lopes, na zona Leste de Teresina.

As investigações, conduzidas pela SOI, apontam que o grupo atuava de forma estruturada, utilizando fraudes eletrônicas para obter vantagens financeiras ilícitas e mecanismos destinados a ocultar e dissimular a origem dos recursos movimentados.

A operação mobilizou equipes das Polícias Civil e Militar, com apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI), do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), da Diretoria de Inteligência Estratégica (DINTE), da Diretoria de Operações de Trânsito (DOT) e da Gerência de Operações e Investigações Criminais (GOIC).

Segundo a SSP-PI, a investigação prossegue para identificar outros possíveis integrantes do esquema criminoso, aprofundar a apuração sobre a movimentação financeira da organização e verificar a extensão dos prejuízos causados às vítimas. Conforme informado anteriormente pela secretaria, mais de 100 boletins de ocorrência foram registrados por investidores que alegam não ter recebido o retorno financeiro prometido pela empresa.