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Piauí sedia maior Festival de Xadrez com 240 talentos de 25 cidades

Evento celebra intelecto e paixão pelo xadrez, impulsionando novos campeões estaduais
Redação

O Campeonato Estadual Festival Piauiense de Xadrez Memorial Arthur Galvão consolidou-se como o -maior evento da Federação Piauiense de Xadrez (FPIX), reunindo 240 jogadores de 25 cidades no Blue Three Hotel, em Teresina. A competição, que conta com o apoio estratégico do Go-verno do Estado, é o ápice de um processo que envolveu mais de 600 jovens em seletivas por todo o Piauí. 

Luiz Carlos, presidente da FPIX, ressaltou o crescimento exponencial do evento em sua terceira edição apoiada pelo estado. "Nós temos 240 jogadores e 25 cidades. É o maior evento quantitativamente realizado pela federação aqui no Piauí", afirmou, destacando a logística que trouxe caravanas de 13 cidades piauienses e até de Timon, no Maranhão.

Erasmo Falcão, árbitro nacional, explicou que o objetivo central é a integração. "Nosso objetivo é congregar todos os jogadores de xadrez do estado. Hoje é como se fosse a grande final do festival, após semanas de seletivas municipais", explicou o árbitro, enfatizando a diversidade de categorias, do sub-10 ao sub-16.

Ivanovick Pinheiro, Secretário de Governo, trouxe uma perspectiva pessoal e institucional. "É uma alegria ver o festival crescer. Sou apaixonado pelo xadrez e tenho um filho bicampeão piauiense competindo. O governo apoia essa iniciativa que homenageia o grande Arthur Galvão e transforma a vida dessas crianças", declarou.

Histórias dos Jovens Enxadristas

Lilian Emanuele: Iniciou sua jornada com um professor substituto em Caralvos. "Ele deu uma oportunidade para nós, trouxe apostilas e relógios. Jogávamos muito na escola e hoje estou aqui competindo", contou a jovem.

Francisco David,campeão em 2024, retornou ao esporte após uma breve pausa. "Comecei no festival de Barras e, após ficar em terceiro lugar no final do ano passado, recebi o convite para estar aqui hoje no sub-16", relatou.

Manuel Duarte, de Parnaíba, estacou o papel da educação. "Minha trajetória começou com incentivos da minha professora de matemática. Aprimorei minhas técnicas lendo livros e ganhando experiência no Parneibão de xadrez", afirmou o competidor do sub-14.

Victor Emmanuel ressaltou o impacto cognitivo do esporte. "O xadrez mexe muito com o intelecto dos alunos. É importante para dar oportunidade a quem tenta usar o esporte para se dedicar ao nível nacional ou estadual", observou o enxadrista do sub-16.

Bárbara Lopes, sub-10, contou que começou a competir por sugestão da mãe. "Gostei do xadrez, comecei a ir para os campeonatos e a ganhar medalhas. No primeiro eu era iniciante, mas agora sigo firme", disse com entusiasmo.

Já Pabllo Henrique contou que niciou este ano na Escola Noé Fortes. "O professor Gervás nos incentivou. Já ganhei de muita gente e estar em um campeonato como este é muito bom mesmo", concluiu o jovem do sub-12.

O evento reafirma o xadrez como uma ferramenta poderosa de educação e inclusão social, projetando o Piauí como um celeiro de novos talentos intelectuais.