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Sua página diária sobre os bastidores político piauiense com o jornalista Heitor Carvalho. Análises, opinião e a conjuntura dos três poderes no seu portal Conecta Piauí.

Rafael Fonteles reage a áudios de Flávio Bolsonaro a Vorcaro: ‘Muito grave’

Senador teria solicitado recursos a Vorcaro para financiar filme sobre Bolsonaro

O governador do Piauí, Rafael Fonteles (PT), avaliou como “muito grave” áudios divulgados esta semana que revelam “muita intimidade” entre o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Nas conversas, o senador teria solicitado recursos a Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, obra biográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. O empresário teria destinado cerca de R$ 61 milhões para a produção cinematográfica.

À imprensa, o líder do Executivo Estadual afirmou nesta sexta-feira (15/05) que o caso do Banco Master pode se tornar o “maior esquema de corrupção da história do Brasil”.

“Muito grave. O que eu posso dizer é isso. Eu evito sempre, como vocês sabem, comentar decisões judiciais. São decisões que acontecem no âmbito e teve, além das denúncias recentes em relação a essa operação que envolve o Banco Master, mais essa revelação de muita intimidade do grupo político ligado ao Bolsonaro a esse banqueiro que está preso, o Daniel Vorcaro, que tudo indica que é o maior esquema de corrupção da história do Brasil”, explicou Rafael. 

No bojo da operação Compliance Zero, que busca desmantelar um suposto esquema de fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o Banco Master e operações com o BRB (Banco de Brasília), a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira (PP) A investigação aponta para um "mensalinho" de R$ 500 mil pago por Vorcaro a Ciro Nogueira.

“É lamentável ver figuras políticas de relevo nacional envolvidas”, declarou Rafael Fonteles ao analisar as investigações conduzidas pela Polícia Federal. O governador reforçou a necessidade de respeitar o processo investigativo até a conclusão do inquérito e o fim do trâmite judiciário do processo.   

“Então é lamentável ver figuras políticas de relevo nacional envolvido, mas temos que respeitar as investigações, o devido processo legal, a ampla defesa para poder concluirmos quem é que tem culpa no cartório e quem tiver culpa, obviamente, que tem que pagar o preço que manda a lei”, concluiu.

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