Conecta Piauí

Notícias

Colunas e Blogs

Blogs dos Municípios

Outros Canais

Joaquim Bezerra é eleito o novo presidente do Conselho Federal de Contabilidade

Joaquim prestou diversas contribuições à profissão, sobretudo na articulação institucional
Redação

O contador piauiense Joaquim de Alencar Bezerra Filho tomou posse, nesta segunda-feira (5/1), como presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A instituição representa mais de 540 mil profissionais de contabilidade em atividade no país. Eleito por unanimidade, Bezerra propõe ampliar o protagonismo da profissão na governança dos setores público e privado. O contador tem 45 anos e é casado com a também contadora Ana Cláudia Bezerra. O casal tem dois filhos: André, de 11 anos, e Joaquim Neto, de 8 anos.

Ao tomar posse, ele se torna o mais jovem presidente da história do CFC. Bezerra é também o decano da instituição, tendo sido eleito para 5 mandatos como conselheiro da instituição, representando o Estado do Piauí. Joaquim já exerceu, por exemplo, os cargos de vice-presidente de Governança e de Gestão Estratégica (na gestão 2024-2025) e de Desenvolvimento Operacional (2022-2023).

Em sua trajetória no CFC, Joaquim prestou diversas outras contribuições à profissão, sobretudo nas áreas de articulação institucional, formulação de políticas, representação internacional da contabilidade brasileira e defesa do alinhamento da profissão aos desafios contemporâneos da economia.

Bezerra afirma que o trabalho dos profissionais da contabilidade é fundamental para a promoção da sustentabilidade dos negócios, especialmente em um ambiente econômico cada vez mais regulado, integrado e orientado por dados. “A contabilidade é muito mais do que a execução de obrigações acessórias”, diz.

“A contabilidade deixou os bastidores e está agora no centro das decisões que definem preços, investimentos, riscos e o crescimento das empresas. Fortalecer a governança é fortalecer a economia brasileira”, afirma o novo presidente do CFC.

A visão defendida por Bezerra dialoga diretamente com o cenário pós-reforma tributária e com a necessidade de maior previsibilidade, conformidade e planejamento no setor produtivo, em especial para pequenas e médias empresas.